Você me faz ser uma bomba relógio de desejo, nem nos tocamos e a intensidade já é forte. Será que quando acontecer, vamos explodir de amor juntos?
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nos agarramos um ao outro
na esperança de preencher um espaço
sem saber que na verdade
ele foi feito pra ficar vazio.
o meu corpo torto tonto das guerras que travei dormindo. a gente quer muito mais do que pode: te quis uma vida inteira. a gente quer tarde demais ao tempo: eu não esperei muito, te entendi suficiente. você machucou quando achou que não e foi por isso que o amor deixou de ser. tu não me entende ou tem argumentos convincentes de que são meus olhos que mentem? eu choro no ônibus. eu tô triste, tu se comove? a gente se envolve nas tramas de quem briga pra saber quem ama mais. eu sempre soube. a porta deveria ter batido antes. as brigas deveriam ter acontecido em voz alta. eu não deveria ter te deixado acreditar que estava tudo bem. porque foi a porra de uma adaga e eu não acredito em alma pra dizer que sucumbi. eu acreditaria em inferno pra te dizer que voltei, mas não. estou só. e pensei que nunca mais estaria só depois do seu nome, que nunca mais precisaria escrever sobre partidas. sou um terço de qualquer coisa e a gente quer fazer parte, mas ninguém sabe quanto de nós sobra quando desencaixa. ninguém sabe o que se colhe quando o amor some. yasmin
“Mas não vale a pena se destruir, por quem não te constrói.”
— Jô Costa. (via alucinaram)
“Hipocrisia minha falar de amor, se eu fujo de todas as chances antes de deixar acontecer.”
— Falam de amor.
“Meu dentista uma vez me disse que desapegar de alguém é como arrancar um dente. Quando ele é arrancado, você se sente aliviado, mas quantas vezes você passa a língua no lugar onde antes o dente estava? Milhares de vezes por dia provavelmente. Só porque parou de te machucar, não significa que você não vai notar. Ele deixou um buraco onde estava, e as vezes você vai se pegar sentindo uma tremenda falta dele. Então você deveria ter mantido o dente? Não, pois ele estava te causando muita dor, portanto, arranque e desapegue.”
— Desapega, Julieta

